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Curitiba preserva sua memória e homenageia seus imigrantes através dos memoriais Árabe, Japonês, Ucraniano, Polonês e Alemão.

Memorial da Cidade
No coração do Centro Histórico, a obra, com 5.000 metros quadrados tem como autor de seu projeto arquitetônico, Fernando Popp. É um espaço dedicado as artes, ao folclore, as informações e a memória. O edificío tem a forma de um pinheiro estilizado, árvore símbolo do Paraná.
Rua Claudino dos Santos - Setor Histórico
Fone: (041) 322-1525 ou 2263-2313

Memorial Árabe
Construção inspirada na arquitetura dos povos do deserto, o memorial é uma homenagem à colônia árabe, integrada à cidade desde o início deste século, com expressiva contribuição ao desenvolvimento do comércio. Localizado na Praça Gibran Khalil Gibran, em frente ao Passeio Público, o Memorial Àrabe abriga uma biblioteca pública com significativo acervo universal e específico da cultura árabe, de onde também é possível acessar a Internet.
Rua Luiz Leão esquina com a rua João Gualberto - Centro

Memorial Japonês
Em 1993, a Praça do Japão foi revitalizada e ganhou a Casa da Cultura, um memorial de integração. Neste pagode é possível conhecer as minúcias das dobraduras de papel (origami), da arte floral (ikebana) e dos poemas de três versos (hai-kais). O Buda no centro lago marca a irmandade entre Curitiba e Himeji e transmite toda a paciência e arte dos japoneses, no Brasil desde 1908.
Avenida Sete de Setembro esquina com a rua Francisco Rocha - Batel

Memorial Ucraniano
É uma homenagem ao centenário da chegada dos primeiros ucranianos à Curitiba. Implantado no Parque Tingüi em 1995, o memorial expõe uma réplica da mais antiga igreja ucraniana do Brasil, a de São Miguel da Serra do Tigre, em Mallet, interior do Paraná. As telhas de pinho e a cúpula de bronze hoje abrigam um museu. No palco
ao ar livre acontecem apresentações de danças típicas desse país do leste europeu.
Entre as ruas José Valle e Fredolin Wolf do lado direito do rio Barigui, no parque Tingüi.

Memorial Polonês
Verdadeiro museu ao ar livre, é composto de sete casas de troncos encaixados, sem pregos, transplantados das antigas colônias de poloneses do entorno de Curitiba. Fala das lutas e da fé dos pioneiros da etnia, aqui estabelecida desde 1871. Inaugurado em 1980, logo após a visita do Papa João Paulo II a Curitiba.
Acesso pela rua Mateus Leme - Centro Cívico

Memorial Alemão
Bosque Alemão - Lembra as tradições dos povos de língua alemã, que fazem parte da história da cidade desde 1833. Situado no Jardim Schaffer, um dos pontos mais altos de Curitiba, tem a trilha de João e Maria, dos contos dos irmãos Grimm, a Casa Encantada, o Oratório Bach e a Torre dos Filósofos.
Jardim Schaffer, entre as ruas Francisco Shaffer, Nicolo Paganini e Franz Shubert - Bom Retiro

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